Tecnologia


21
Feb 10

Entenda melhor o mundo assistindo “Connections” de James Burke.

Se você não tem grandes dificuldades de entender inglês e nem se importar com as legendas automáticas (também em português) e descompassadas do YouTube, vai gostar de passar algumas horas assistindo uma das melhores séries de TV já produzidas pela BBC. As três temporadas de “Conexões” estão disponíveis, oficial e gratuitamente, para a satisfação de todos os nerds e geeks do mundo, dos oito aos oitenta anos. Os temas são os mais diversos do relê ao raio, do fio de algodão ao tecido cultural, tudo que é entrelaçado se desenrola em explicações claras e precisas, mostrando como o mundo funciona do simples ao complexo. Vale a pena ver de novo, e de novo.

Escolha sua legenda, é fácil:

Sem título


29
Nov 09

Swedish Hero.

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6
Nov 09

Gil Gomes no Bookess.

sssss

Do blog da Bookess:

O mundo vem mudando muito rapidamente. Hábitos milenares, como escrever no papel, vem perdendo a cada dia o espaço para mídias digitais. E, se a maneira de se gravar vem evoluindo, a maneira de se reproduzir vem acompanhando. A Bookess veio para ajudar a acompanhar esse movimento, tanto para gravar, quando para reproduzir. Grandes empresas vêm investindo em leitores digitais capazes de ler documentos com o conforto e comodidade de estar lendo em um papel. A Bookess orgulhosamente anuncia que, a partir de hoje, é um dos primeiros sites do mundo compatível com os leitores de livros mais utilizados do mercado: Amazon Kindle e Sony Reader.Para ler qualquer livro da Bookess diretamente do seu leitor, basta entrar na página do respectivo livro, escolher o seu leitor e clicar em download. Conecte seu leitor ao computador, selecione o disco virtual criado pelo mesmo e salve o arquivo. Pronto, seu livro já pode ser lido através do seu dispositivo!

Para testar o serviço, disponibilizei o livro de Gil Gomes na Bookess, se quiser ler é só clicar aqui.

Não comprei muito a lógica de comprar um reader de livros eletrônicos, limitado a apenas ler livros eletrônicos. Ainda sou favorável a incentivar todo leitor a comprar um netbook e preferir arquivos PDF. Muito mais prático e útil.


12
Sep 09

Adeus ao Twitter?

Se você pensa que o buscador Google já é onipresente demais, funil de tudo que existe, imagine um aplicativo capaz de substituir ou complementar tudo aquilo que você já se acostumou a usar: e-mail, twitter, messenger, flicker, editor de texto, tradutor, buscador, navegador e o que mais inventarem – tudo junto ao mesmo tempo e compartilhado em tempo real. Se o Google Wave “pegar” e não bugar demais estaremos todos nele em pouco tempo. Nós e tudo de nós. Textos, papos, amigos, familiares, fotos, trabalhos, neuras. Vamos ligar o computador ou o celular e abrir diretamente no Google Wave, pegar emails, ler as notícias e navegar a partir do que ele nos mostrar. Messenger e Twitter se tornarão ferramentas antigas como o ICQ. E o Google dominará o mundo definitivamente. Mas não se assuste, há males que vêm pra bem. Melhor um Google impessoal computando nas nuvens que um Big Brother com nome e endereço. A diferença? A resposta vale um outro post.

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techcrunch


15
Aug 09

Quem diria, os cursos de publicidade vão precisar formar engenheiros.

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Aqui comigo pensando me peguei azucrinado com um insight daqueles do tipo João Apocalipse Now Versículo alguma coisa.
O óbvio. Do jeito que vai a tecnologia, mais precisamente, as TICs, os cursos de comunicação podem até deixar de ser classificados de “Humanas”. Como exemplo do environment que está no ar assista a aula magna de  Luli Radfaher, a discussão do 3.8 e leia o artigo Digital Reset. São apenas exemplos de onde vêm e para onde vão os pensamentos do que seriam as bases de sustentação do mercado de comunicação, o mercado publicitário, aquele que utiliza a arte na mídia com fins específicos de venda de produtos e serviços, e não a própria arte. Siga meus vôos, se hoje qualquer curso de publicidade que se preze precisa ter uma ilha de edição audiovisual e laboratório com computadores pra treinar o básico dos programas de design e edição eu pergunto, como um curso de publicidade que se preze vai deixar de ter aulas específicas de estatística, antropologia, geografia humana e, obviamente,arquitetura de informação, matemática, lógica e linguagens de programação? Muito além do básico do flash, html, PHP, CSS, bancos de dados e o caralho, o profissional mais procurado de uma agência que busca sobreviver na prevenção da demanda de comunicação atual e futura é o programador, capaz de tornar real as mais intrincadas ideias de comunicação interativa multimeios, e mais que isso, entender as ideias e aprimorá-las esteticamente. Sim, esteticamente. Nunca antes a publicidade precisou tanto de leonardos, viciados em cultura “inútil”, engenheiros que desenham máquinas infernais com as duas mãos, tocam instrumentos musicais, poetas que sabem fazer contas e ainda pintam monalisas. Uai, isso vai acabar com o ancrônico perfil do publicitário mauricinho, artista plástico e arroz de festa para dar lugar ao perfil exagerado dos atores de Big Bang Theory com um certo toque de Two Man and a Half, e essa volta de 180 graus já começou a torcer a espinha do mercado, estalando ossos e martirizando os tradicionalistas. Os nerds herdarão a terra de marlboro.


14
Aug 09

Você sente que está demais quando…

twi

Pra variar, inventei de criar um twitter, o tal do miniblog que anda tendo uma certa relevância nos meios da mídia em geral. Mas da mesma forma que o Facebook e o Orkut, deve ficar meio às moscas, fica lá na rede só pra dizer que tenho. Serve de referência, ao menos. Mas vou tentar ver se encontro uma utilidade útil pra usar o Twitter.

http://twitter.com/antoniokuntz


13
Aug 09

O paradigma da mídia offline vs. mídia online precisa ver a luz no fim do túnel.

O vídeo acima é do site enxame.tv, o segundo bloco do videocast 3,8 e marca o encontro de profissionais do mercado de comunicação fazendo avaliações sobre Cannes, sobre a performance do Brasil no festival. A mesa do 3,8 (mais cheia do que nunca) dá sua opinião com propriedade e discute sobre o que aconteceu e o que deveria ter acontecido para a propaganda brasileira se sair melhor em 2009. O mais importante, além da choradeira e das comparações (mais no bloco um) é a consciência de que o mercado de comunicação atual é outro, muito diferente do que já foi um dia, quando a tarefa de uma agência de publicidade era criar texto e arte para anúncios, veicular e ganhar comissões. Hoje, a crise negocial do mercado publicitário é justamente a crise psicológica dos publicitários (não é uma crise do mercado publicitário em si) que ainda se subordinam à lógica da veiculação/produção como fonte de lucro e batem cabeças em busca de soluções via mídia, no caso, online ou offline, em outras palavras, internet ou rádio, jornal, TV e impressos. A saída da crise psicológica é uma só. Superar o paradigma online-offline e lucrar com novas ideias. Está superada a solução que começa pela mídia: “vamos fazer um comercial de TV, vamos fazer um anúncio no jornal, um outdoor”. Solução que já continha o volume de ganho e a consequente importância do cliente. Atualmente, a exigência do desenvolvimento de material online, afinal são milhões de usuários, ainda encontra obstáculos na sua avaliação custo-benefício, seja por ignorância do anunciante ou da agência de propaganda. Pra onde caminhamos então? Toda quebra de paradigma segue uma regra, a mudança vem com as novas gerações que precisam de novos modelos, novas teorias e práticas para resolver problemas que eram resolvidos de outra maneira no passado. A própria terminologia “integração on-off” é insuficiente. Não é à toa que pergunta que fecha o bloco e fica sem resposta (até um próximo programa?) foi esta: “Você vende produção ou você vende ideia?” Mais que um paradigma a ser superado, é um dilema econômico que inibe o desenvolvimento dos profissionais e também o desenvolvimento de um mercado saudável de publicidade no país.

Barril de Ideias

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