Imagine uma CNN de bom humor: ONN.
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Arte, Humor, Mulheres, Publicidade, Tecnologia (0)
kntz @ July 2, 2009
Economia, Educação, Filosofia, Literatura, Publicidade (0)

Roberto Justus está fazendo escola. Agora é Walter Longo, seu consultor no programa O Aprendiz, mentor de Estratégia e Inovação do Grupo Newcomm e Vice-Presidente da Young & Rubicam no Brasil que propõe a demissão de profissionais. Mas Longo não é tão implacável quanto Justus. Ele propõe que o diretor de Marketing vire um diretor de nexo, tamanha é a falta de conexão entre as estratégias e ações de Marketing das empresas hoje em dia.
A falta de nexo é explicada pelo momento que o mundo está vivendo. “Estamos entrando num período conhecido como Tesarac”, aponta Walter Longo em entrevista ao Mundo do Marketing. Segundo o especialista, estamos num período da história em que ocorrem mudanças sociais e econômicas, transformando o mundo numa sociedade caótica e desorganizada até que a sociedade encontre uma nova ordem que a recomponha. “É uma revolução igual a Revolução Industrial. O volume de mudanças brutal que está acontecendo em todos os setores gera uma dificuldade de saber para onde as pessoas vão”, complementa.
O que antes eram certezas agora são dúvidas. “Quando você não tem noção muito clara de onde você vai, fica mais difícil ter um nexo”, analisa. Outras razões explicam a falta de nexo. Há uma explosão de novas mídias. Com isso, a capacidade de perder nexo é maior também. O Marketing extrapolou o Marketing. “Hoje tem muitas pessoas diferentes numa empresa fazendo marketing. A área financeira faz relação com o investidor, o RH faz relação com o público interno, a área de produção faz pesquisa, design e o Marketing acaba fazendo só publicidade”, explica.
Razões da falta de nexo no Marketing
A falta de nexo vem também da mudança que o avanço da mídia digital proporcional. Mudou a forma de relacionamento entre as empresas e o consumidor. De acordo com Walter Longo, que acaba de lançar o livro “O Marketing na era do nexo” (BestSeller) ao lado de Zé Luiz Tavares, há uma dificuldade de planejar porque tudo muda muito, a toda hora. “O profissional perde muito o lado estratégico e parte para o tático, mas ele pode ser estratégico sendo tático e tático sendo estratégico. Sem isso o nexo perde muito da sua força”, adiciona.
Nesta Era de Tesarac impera o Marketing do medo. Os profissionais de Marketing estão com medo de tomar decisões. Deixa que o concorrente faça antes e depois decide o que vai fazer. “Muita gente está tomando decisão não por ter certeza, mas para não ficar para trás. Empresas de propaganda estão criando braços digitais não porque acreditam no negócio interativo, mas sim porque se não fizerem o cliente vai para outro lugar”, ressalta Walter Longo.
Dificuldades e caminhos
O que dificulta a tomada de decisão correta e com nexo é que o próprio processo decisório está errado. “ As decisões são tomadas por dedução, por generalização, por repetição ou por intuição. Dependendo do tipo de decisão que se toma, coloca-se a empresa em risco”, diz. “Há centenas de formas para uma empresa se comunicar. E a empresa fala uma coisa na propaganda, fala outra no ponto-de-venda e esses esforços acabam sendo anulados e gera uma marca sem energia”, completa Longo.
Por isso Walter Longo acredita que o diretor de Marketing deveria se transformar num diretor de nexo. “Ele deveria ser o grande orquestrador de todas as ações. Ele deve ser o defensor, o evangelista da marca desde o jornalzinho do chão de fábrica, que deve estar em consonância com a missão e os valores da empresa”, assegura. E aqui não entra só a criatividade, embora seja muito importante. “O que necessita é um ambiente propício à criatividade, um clima organizacional que admita erro e, num momento de crise, certas pessoas não ousam por medo de errar. Uma coisa importante é que o nexo não limita a criatividade. Nexo é ter pertinência e coerência”, conclui.
kntz @ July 1, 2009

Folheei hoje na livraria, o título me chamou a atenção mas não comprei. Bem-humorado e prático, o livro do escritor e consultor norte-americano John Hoover dá dicas de como lidar com a hierarquia no ambiente de trabalho, sem estresse, resumindo: além de competente, seja um puxa-saco sem vergonha. A publicação traz uma lista com os variados tipos de chefe e conselhos para um convívio mais tranquilo, mostrando que o esforço pode pelo menos garantir o seu emprego. De acordo com o autor, como a cada dia está mais difícil construir uma carreira ou simplesmente subsistir, sem passar pela experiência de trabalhar sob as ordens de um chefe prepotente, perfeccionista, inseguro ou apenas incompetente, o caminho é conhecer os pontos fracos e fortes do patrão e tentar se adaptar.

Na contra-mão da sugestão de John Hoover, Por Que as Pessoas de Negócios Falam Como Idiotas sugere, a partir de inúmeros relatórios anuais de empresas do mundo todo que os executivos, hoje em dia, falam como idiotas no mundo corporativo, usando e abusando de lugares comuns retirados de livros de auto-ajuda empresarial. A solução para se destacar seria justamente falar de forma inteligente. Seja um destemido. Comparando os dois, fica a lição, se você quer ser um empregado bem sucedido, puxe o saco do patrão, mas se não der certo e quiser seguir a carreira empresarial, seja um destemido. E se tudo não der certo, escreva um livro de auto-ajuda. Se interessar, pode ler um trecho aqui.
kntz @ June 30, 2009
Autoajuda, Filosofia, Humor (0)
Quando o problema é a motivação do pessoal, a solução geralmente passa por duas estratégias: recompensas e estímulos. Criam-se programas em que os funcionários são recompensados por uma boa performance e tenta-se estimulá-los chamando palestrantes que deixam o pessoal pensando que pode furar o céu por alguns dias.
Ambas as estratégias são artificiais. Programas de recompensas geram estresse e, dependendo de suas características, competição entre os funcionários. Também dependem do grau de interesse de cada um na recompensa em si. O maior problema porém, é a falta de envolvimento dos funcionários artificialmente motivados pela recompensa na missão e visão da empresa. Eles estão numa corrida pelo ouro e não pelos objetivos da empresa. Eles não vestem a camisa, não defendem a empresa, não têm orgulho do seu trabalho. Tire a recompensa e você terá funcionários preguiçosos e reclamões, que querem mais recompensas para continuarem dando seu sangue pela empresa.
Palestras motivacionais são ainda mais efêmeras. Todo mundo gosta de ver uma pessoa motivada falando sobre coisas que poucos conseguem realizar ou obter, definir e conquistar grandes metas mantendo um nível de motivação constante, obtendo eficácia máxima em todas as atividades este é um sonho para a maioria dos profissionais. Uma palestra, um workshop ou um grande evento de 1 semana num lugar paradisíaco distante não muda permanentemente os hábitos de ninguém. Os funcionários saem eletrizados, mas essa força motriz emprestada cai por terra assim que a realidade começa a bater à porta novamente o que não demora muito para acontecer.
O que poucas empresas se dão conta entretanto, é que a motivação não é a solução para os problemas de produtividade. Em empresas conhecidas por sua eficácia como Microsoft, Google ou HP, tem-se a errônea idéia de que os objetivos são alcançados devido ao alto grau de motivação de seus funcionários. Pergunte aos funcionários da Microsoft o que os motiva e você ouvirá respostas como: minha filha recém-nascida, construir um veleiro e dar a volta ao mundo ou publicar um livro. Você não ouvirá nada como: ajudar Bill Gates a manter-se como o homem mais rico do mundo ou contribuir para o lançamento do novo sistema operacional na data prevista. As pessoas estão interessadas e são motivadas pelos seus próprios objetivos, pelos seus próprios interesses, seja na Microsoft ou na lojinha do Zé da esquina. Mas então como os funcionários da Microsoft estão sempre motivados e os funcionários da lojinha do Zé estão sempre reclamando, faltando trabalho, pedindo aumento e fazendo um trabalho mal feito? Humm, talvez se o Zé desse um aumento e oferecesse algumas recompensas para uma boa performance ele conseguiria mais empenho de seus funcionários? Não, ele só estaria entrando num ciclo vicioso em que as recomenpensas deveriam ser constantemente renovadas e jamais retiradas e mesmo assim ele não teria o coração de seus funcionários, o que a Microsoft tem.
O segredo das empresas de alta produtividade está relacionado aos elementos que fazem um ser humano genuinamente contribuir com seu esforço pessoal para a concretização de objetivos seja numa empresa, numa equipe esportiva ou num grupo qualquer. Estes elementos são: clareza, sinceridade, abertura, comunicação, respeito, desafios, recursos e envolvimento. Independente de suas motivações pessoais, qualquer um gosta de sentir-se parte da conquista de objetivos grupais, faz parte da natureza humana. É preciso clareza quanto a quais são estes objetivos, qual o caminho para se chegar lá e disponibilizar os recursos. Também é necessário que a comunicação vertical e horizontal seja límpida, sem segredos e portas fechadas.
Gosto muito de uma frase de Eugen Emil Pfister Jr:
Uma centena de indivíduos apenas motivados não move montanhas. Centenas de pessoas organizadas, com planos, conhecimentos técnicos e funções definidas, equipadas com tratores, explosivos, enxadas, picaretas, pás e tempo necessário darão conta do recado, mesmo que muitos, ao acordar, prefiram estar se bronzeando na praia a remover montanhas. Fornecer aos funcionários portanto, o ambiente ideal para a conquista dos objetivos da empresa com todos os recursos necessários, respeitando-os, mantendo uma comunicação clara e límpida e fazendo com que eles sintam-se parte das realizações é o segredo da produtividade, o fim que as empresas equivocadamente tentam atingir através da motivação.
Fran Christy
Formada em administração, com especialização em marketing e planejamento estratégico. Autora dos livros Planejamento Estratégico Pessoal, Manual de Definição de Metas e Manual de Administração do Tempo. CEO da Strategic Deals em Seattle, EUA.
kntz @ June 27, 2009
Em 1995 havia uma série de TV que deixou marcas, seu nome era Nowhere Man. Foi uma daquelas séries de TV que fazem sucesso mais do que esperado e, por razões diversas, deixa de ser interessante para as produtoras e não duram mais que uma temporada. Contemporânea de X-Files, Nowhere Man não fugia muito do clima de mistério e suspense, mas com certeza ela foi a matriz de outros filmes e séries de sucesso. Magnolia, Thirteenth Floor e Matrix têm elementos de Nowhere Man, e também Life on Mars, tanto a versão britânica como a americana. Cenas quase idênticas de TVs que funcionam sem estarem ligadas, momentos de dejavu, desconfiança da “realidade” em torno, realidade virtual como tema etc. Mais do que coincidências, fica evidente a influência de uma obra sobre as outras. Não que Nowhere Man seja toda original, se correr atrás é fácil identificar nela elementos de outras séries tais como,The Prisoner, Invaders, Hulk e The Fugitive, mas vale o registro. Prova de que originalidade é também recriação.
kntz @ June 20, 2009
Este site existe desde 2002 e o achei por acaso. Prova de que há muita coisa ainda pra ser encontrada nos oceanos da internet. Está todo em inglês e apresenta diversos artigos interessantes sobre propaganda, seus argumentos, defesas contra e a favor do discurso publicitário, lembrando que o estudo da comunicação de massa não é algo antigo, fenômeno dos anos 30, 40 e pós-guerra. As ferramentas de análise da comunicação não caíram junto com o muro de Berlim ou o fim da guerra fria, aliás, hoje são mais importantes que antes, quando a comunicação de massa se torna via de mão dupla em que todos com acesso à internet podem se tornar fontes midiáticas mundiais em questão de horas. Vale uma leitura.
kntz @ June 16, 2009
A heart that’s full up like a landfill,
a job that slowly kills you,
bruises that won’t heal.
You look so tired-unhappy,
bring down the government,
they don’t, they don’t speak for us.
I’ll take a quiet life,
a handshake of carbon monoxide,
with no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
Silence, silence.
This is my final fit,
my final bellyache,
with no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises please.
Such a pretty house
and such a pretty garden.
No alarms and no surprises (get me outta here),
no alarms and no surprises (get me outta here),
no alarms and no surprises, please.
kntz @ June 13, 2009
Autoajuda, Filosofia, Música, Nostalgia (0)
Lyrics | Radiohead lyrics - Just lyrics
Este videoclip do Radiohead já tem uns 15 anos e é apenas uma brincadeira, uma ironia bem humorada. Um mistério discutido pelos fãs exaustivamente. A letra da música funciona com um aviso, uma constatação de que tudo que lhe acontece é um escolha sua, “você faz por si mesmo”. Você não pode fugir das suas escolhas. As últimas palavras ditas pelo homem deitado são apenas a repetição do que tinha dito antes. Mas parece que a licença poética é entender a letra da música como a resposta final do homem deitado, uma resposta existencialista de que você é o responsável por estar onde está, ou você assume isso ou desista, deite-se na rua e esqueça. O que também é uma escolha.
kntz @ June 12, 2009
Mulheres, Música, Nostalgia (0)
Marisol foi um sucesso internacional dos anos sessenta. Seus filmes eram vistos no mundo todo nas matinês de sábado, no tempo em que a TV ainda era em preto&branco. Não dá pra não ver que ela serviu de matriz pra todas as pop-stars que vieram depois dela a partir dos anos 80, Madonna inclusive. É, a cultura se recicla. Vendo essas coisas de quarenta anos atrás a gente percebe que o mundo mudou muito pouco, mesmo esteticamente.
kntz @ June 11, 2009